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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Por causa da internet, reuniões para fazer trabalho escolar ficam mais raras

Pela praticidade, alunos acabam preferindo fazer cada um na sua casa. Jovens usam sites de relacionamento disponíveis na internet

Reunir os colegas da escola para fazer trabalhos em grupo tem ficado cada vez mais raro por causa do computador. Pela praticidade, os estudantes acabam preferindo fazer cada um na sua casa. Apesar de morar no mesmo condomínio que a amiga Mariana, a estudante Thaís, de 13 anos, passa vários momentos do dia no computador. “É que a gente tem tanta coisa para fazer que acabamos conversando no intervalo de uma coisa e outra”, diz Mariana, 12 anos. “É muito mais prático do que ir até a casa dela, me arrumar, atravessar o bloco pra conversar com ela pessoalmente”, concorda Thaís.
Tecnologia - Para se comunicarem, os jovens abusam de todas as tecnologias e sites de relacionamento disponíveis na internet. Para a estudante de um colégio do Rio, Nicole, 14 anos, conta que às vezes sente falta da presença dos amigos. “Eu sinto [falta], geralmente eu chamo os meus amigos para irem a minha casa fazerem trabalho, eu prefiro assim”, diz. A colega Juliana, 14 anos, afirma que a agenda recheada de atividades também atrapalha esse contato mais frequente. “Hoje todo mundo tem curso de inglês, vôlei, várias coisas fora do colégio. É muito difícil todo mundo poder se reunir um dia dentro do prazo e, pelo computador, a gente faz tudo num dia mesmo já está tudo pronto.” “É óbvio que é preferível estar em contato com a pessoa, porque o cara a cara e olho no olho é completamente diferente. Mas, às vezes, não tem disponibilidade”, afirma João, de 16 anos.

Fonte: Do G1, com informações do Jornal Hoje

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Marketing Digital no Twitter

O Twitter vem ganhando força no Brasil, e ocupando um espaço significativo na mídia e fora dela. Ele já pode ser considerado a segunda maior rede social do Brasil, e se tornou muito atraente para ações de marketing digital e publicidade on-line.

Mas por ser muito novo, as empresas e agências de publicidade ainda tem dificuldades em definir estratégias para uso do Twitter em suas campanhas. Assim desenvolvi 7 ações, que quero compartilhar com você, pois podem ajudar sua empresa ou agência no planejamento e implantação de ações que incluam o Twitter.

O Twitter é uma ferramenta muito particular. Com uma mistura de sistema de comunicação, micro blogging e rede social, o Twitter pode ter uma infinidade de aplicações no marketing digital. Além disso, tem uma grande penetração nos dispositivos móveis chamados smartphones, celulares como iPhone e BlackBerry, e também é acessado através dos navegadores. Assim, a base de usuários do Twitter se expande além da fronteira do consumidor sentado na frente de um computador e pode atingir o consumidor a qualquer hora.

Outra característica importante é que receber informações do Twitter é uma opção de quem recebe. Cada um se inscreve livremente para seguir os tuits de alguém. O interesse pelo conteúdo é um fator chave para o crescimento da comunidade a sua volta.

Então, podemos pensar no Twitter como uma mídia para difusão do nosso conteúdo, um elemento a mais na nossa estratégia de marketing de conteúdo. Além de criar artigos no seu blog, você poderá tuitar trechos ou links para os artigos publicados. Muitas plataformas de blogs, incluindo o WordPress, já têm aplicativos para que você envie links de seus posts para o Twitter.

Mas além de enviar os posts de seu blog, você pode enviar outras informações que atraiam as pessoas para seu conteúdo e as estimulem para seguir seu perfil. Se sua empresa vai participar de um seminário : Tuite os trechos mais importantes de cada palestra enquanto assistem. Vai fazer um evento promocional : Escale alguém para tuitar os acontecimentos do evento. Você pode pedir que seus vendedores tuitem de seus estandes enquanto participam de uma feira.

O Twitter permite que você transmita os eventos que participa em tempo real. Assim as pessoas interessadas no assunto podem seguir os eventos que sua empresa participa, se informarem sobre os assuntos relacionados ao seu negócio, se vinculando a sua marca ou produto.

Muitas empresas, como a Dell e a Sacks, estão aproveitando os seus seguidores no Twitter, conseguidos com o marketing de conteúdo, e criando promoções relâmpago, informando o consumidor que podem ter acesso a um desconto especial se aproveitarem nas próximas horas.

Enfim, o Twitter pode ser utilizado como suporte à quase todas as ações de marketing digital. Por isso que eu prefiro pensar no Twitter como uma plataforma de integração entre as diversas ações de marketing digital. O Twitter por unir comunicação, blog e relacionamento deve ser o elo de integração das estratégias de marketing digital.

Mas vamos às 7 ações ações integradas, que podem de fato fazer diferença em uma campanha de marketing digital envolvendo o Twitter :

1. Inclua em sua estratégia de marketing nas mídias sociais o Twitter : Identifique-se pelo seu Twitter nas mídias sociais, não por seu e-mail ou url. Os consumidores que estão nas mídias sociais terão mais facilidade em se comunicar com você desta forma.

2. Faça com que o conteúdo do blog de sua empresa, gere tuits : Gerar conteúdo para o blog de sua empresa ajuda a trazer mais visitas ao seu site, mas tuitar o título de cada artigo ajudará a atrair mais seguidores para seu Twitter. Eles valem mais que as visitas, pois você pode se comunicar com estes consunidores a hora que quiser.

3. Sempre que enviar uma newsletter gere tuits : Isso irá estimular as pesssoas a lerem sua newsletter e trará novos cadastros para seu e-mail marketing.

4. Use a busca do Twitter para pesquisas on-line : A busca do Twitter permite que você acompanhe o que estão falando de sua empresa e de seus concorrentes. Além disso, permite que você acompanhe ações de marketing que podem ser boa fonte de novas idéias.

5. Utilize seu Twitter para complementar suas campanhas promocionais : Faça promoções on-line criativas para seus seguidores. Isso também atrai mais seguidores e melhora suas ações.

6. Utilize o Twitter para iniciar campanhas virais : Sua rede de seguidores no Twitter é o meio mais fácil e ágil de iniciar suas campanhas de marketing viral.

7. Use e abuse dos Tags : Poucos conhecem ou entendem o uso dos chamados tags, os nomes começados com #. Eles servem para que as pessoas possam achar mais facilmente informações no Twitter. Portanto entenda como funcionam e use sem moderação.

Como disse, o Twitter pode ser utilizado para uma infinidade de ações de marketing digital, mas estas 7 ações são o seu enxoval inicial, e você deve partir delas para produzir bons resultados para sua campanha e sua empresa.
Fonte: cidademarketing

ABRP realiza encontro sobre Comunicação Digital

[clique na imagem para ampliá-la]

terça-feira, 14 de julho de 2009

Twitter é destaque na Revista da Aberje

Twittermania lança nova maneira de comunicar-se com 140 caracteres.

A revista Comunicação Empresarial da ABERJE, traz como manchete de capa o twitter.Com uma abordagem focada na utilização da ferramenta por empresas do mundo inteiro e porque as empreas brasileiras ainda não utilizam o twitter como instrumento de marketing.Ainda destacam as ações de empresas para o Ano da França no Brasil e as estratégias dos clubes na comunicação com os torcedores, entre vários outros assuntos.Acesse a revista da Comunicação Empresarial clicando aqui.

Redes sociais são um bom negócio

por Marcelo Okano (*)

As vantagens que a internet oferece são inúmeras e a Tecnologia da Informação propaga este conhecimento rapidamente, criando novos cenários virtuais. As pequenas empresas podem se utilizar destes cenários e tirar proveito para os seus negócios. As redes sociais são uma destas vantagens da rede, que podem trazer retorno em divulgação e clientes para sua empresa.

Redes sociais são formas de interação entre pessoas que compartilham ideias, opiniões, sentimentos e amizades através de ferramentas computacionais utilizadas na web. Os vínculos entre os integrantes das redes são formados através de laços sociais, tais como interesses e afinidades, permitindo ao indivíduo aceitar ou não as solicitações de interação.

Diversas são as ferramentas e sites que promovem as redes:

- Sites de relacionamentos como o Orkut e o Twitter –
Permitem a conexão entre os participantes, bem como os relacionamentos entre eles e as comunidades por interesses mútuos. Os participantes utilizam ferramentas de interação como fóruns, chats e blogs.

- Comunidades virtuais -
Trata-se de um grupo de pessoas que estabelecem entre si relações sociais. Os participantes do grupo permanecem um tempo suficiente para que possam constituir um corpo organizado, através da comunicação mediada por computador (Wikipédia).

- Blogs -
Estabelecem-se como redes sociais na medida em que também possuem listas de amigos, que são os autores de outros blogs, e proporcionam muitas conexões sociais entre as pessoas que ali interagem (Wikipédia). O “dono” do blog pode emitir opiniões sobre diversos assuntos e receber comentários de diversos leitores.

As pequenas empresas podem planejar estratégias de marketing para divulgar serviços, produtos e até relacionar-se com o cliente nas redes sociais. As vantagens são o baixo custo de infraestrutura, demanda focalizada (pois se pode anunciar nas comunidades de interesse específico), atendimento personalizado a cada cliente e, principalmente, a interatividade com o público-alvo.

Outro ponto favorável é o estabelecimento de um canal de comunicação direto com o cliente através do uso das ferramentas de redes sociais, que permitem “escutar” as reclamações e opiniões, verificando suas necessidades e, principalmente, tratando-o como único e não como mais um consumidor.

A internet vem evoluindo rapidamente, em especial no que diz respeito à interatividade, à facilidade em seu manuseio e à implementação de novas ferramentas nas redes sociais. Isso tudo garante que sua utilização estará cada vez mais presente em todos os processos empresariais.

(*) Marcelo Tsuguio Okano é Mestre em Administração, professor de pós-graduação em redes da FIAP e consultor de TI para a área de servidores. Trabalha desde 2000 com projetos de virtualização para servidores Unix e Linux, participou de vários projetos de consolidação de servidores na IBM.

Fonte: PC Magazine

Blogs e messengers na produtividade

por Margareth Carneiro (*)

Não há exemplo melhor para falarmos sobre comunicação na área de projetos do que a história do Sultão e seus conselheiros.

Um rico e poderoso sultão, certa noite, sonhou que havia perdido todos os dentes. Preocupado, ele mandou chamar seus dois conselheiros mais sábios. Ao perguntar para seus eles o que significava o intrigante sonho o primeiro lhe falou, “todos da sua família morrerão antes de vossa alteza!” O sultão, transtornado e furioso, mandou para a masmorra o insensível e agourento sábio. O segundo, ao ser consultado disse: ”este sonho quer dizer que o senhor terá uma vida muito longa”. Satisfeito com a resposta o sultão concedeu um polpudo prêmio por sua sabedoria.

Ambos os sábios escolheram palavras e formas diferentes para dizer a mesma coisa ao sultão. No entanto, a forma como as coisas são ditas, por mais corretas e precisas que estejam, podem desencadear as mais diversas reações nas pessoas. Portanto, na comunicação existe um aspecto comportamental muito importante que não pode ser negligenciado pelo líder.

No mundo corporativo, principalmente na área de gestão de projetos em que a realização de todas as atividades com prazo, qualidade e custos desejados é fundamental, a comunicação é essencial para que as “engrenagens” funcionem de forma harmônica e no tempo necessário.

Como gerenciar informações geradas nos projetos
O primeiro passo é planejar a comunicação. O processo não pode simplesmente acontecer. O gestor e sua equipe devem definir como irá ocorrer. É claro que é inevitável as pessoas conversarem, trocarem idéias, mas a comunicação oficial do projeto deve ser bem definida e clara para evitar ruídos e desentendimentos.

Portanto, para planejar a comunicação em projetos devemos pensar nos objetivos, nas reuniões que teremos, nas mensagens e documentos que serão gerados e trafegados durante toda a sua execução, nas estratégias de comunicação, na temporalidade da comunicação, mídias utilizadas e após o término do projeto, o arquivamento de todo conteúdo gerado.

Atualmente temos tecnologia que apóia sensivelmente essa comunicação tais como blogs, portais, intranets, sistemas de gerenciamento de projetos, e-mails, instant messengers e outros dispositivos. Mas tais avanços e facilidades podem facilmente se transformar em problemas de over communication. Quem não recebe emails em demasia? Quem não recebe e-mails com documentos anexados de páginas e páginas? Utilizar apropriadamente as mídias e tecnologias disponíveis é fundamental para se obter o desejo e o comprometimento dos elementos do projeto. De acordo com Bill Quirke, consultor inglês e autor do livro “Communicating Change”, existe uma mídia apropriada para cada tipo de comprometimento necessário.

E-mail é ferramenta de trabalho essencial
Um bom exemplo é o famoso e-mail, que é muito bom para conscientização (ou seja, recebo um e-mail e tenho noção do assunto). As pessoas recebem e-mails ou boletins de informações e ficarão conscientes das ações executadas pela equipe, mas nem sempre passar um email é ter o comprometimento e engajamento necessários.

Quando se pretende um envolvimento no assunto, é necessário fazer algo presencial ou interativo, como reuniões ou conferências para a troca de informações e geração de idéias e conhecimento. Portanto, o uso apropriado de midias de comunicacao tem o poder de gerar o envolvimento e o comprometimento das equipes.

Se planejar a comunicação é fundamental, de nada vai adiantar se não nos preocuparmos se todas as etapas deste processo foram bem executadas. As informações devem ser geradas no tempo apropriado, enviadas ao público alvo sem ruídos e conforme o planejado. Manter o status do projeto atualizado, com informações consistentes e atualizadas, é fundamental para a boa gestão de um projeto.

Ao mesmo tempo, manter as reuniões produtivas é instrumento vital para manter o projeto em um ritmo desejado e executar correção de eventuais desvios que possam ocorrer. Vale lembrar que persistência e disciplina ajudam muito para a manutenção da comunicação. Esta comunicação ainda é fundamental no encerramento de projetos. Todos os documentos gerados devem estar sistematizados e guardados.

Ao final deve-se fazer um relatório e sistematizar as lições aprendidas coletadas durante o projeto, dessa forma erros passados não serão cometidos e futuras execuções de projetos serão mais dinâmicas e eficientes.

(*) Margareth Carneiro é PMP e MSc, co-autora dos livros Gerenciamento das Comunicações em Projetos, da Ed. FGV e Projetos Brasileiros - Casos reais de Gerenciamento, da Ed. Brasport. e Diretora de Gerenciamento de Projetos da Compass International.

Fonte: PC Magazine

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Revista VEJA abre seu acervo na internet


A revista VEJA abre todo o seu acervo de 40 anos de existência na internet.

Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital no endereço: http://veja. abril.com. br/acervodigital /

A revista liberou o acervo em comemoração ao seu aniversário de 40 anos. A primeira edição de VEJA foi publicada em 11 de setembro de 1968. O sistema de navegação é similar ao da revista em papel: o usuário vai folheando as páginas digitais com os cliques do mouse.

O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias. Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos.

Com investimento de R$ 3 milhões, o projeto é resultado de uma parceria entre a Editora Abril e a Digital Pages e levou 12 meses para ficar pronto. Mais de 2 mil edições impressas foram digitalizadas por uma equipe de 30 pessoas. Recomendem e repassem (se for o caso) aos seus filhos, familiares e amigos. É uma ótima fonte de pesquisa.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O crescimento do Mobile Marketing



O celular como principal ferramenta de interação com o público alvo.




A popularização dos telefones móveis e a evolução tecnológica dos mesmos, vem propiciando recursos de interação cada vez maiores e mais eficazes. Isto fez com que o mercado da comunicação voltasse seus olhos para a telefonia celular e desse início ao chamado marketing móvel - mobile marketing.Tímida no iníco, a nova modadlidade foi criando seu nicho, desenvolvendo novas estratégias de ação e implementando campanhas.


Já existem até associações do setor, sendo a Mobile Marketing a Association a mais representativa delas.

Segundo a MMA, os investimentos em publicidade no celular devem chegar a U$ 55 bilhões até 20011, enquanto a Visongain Market Research divulga pesquisa apontando um crescimento de quase 400% nas receitas provenientes no Marketing Móvel. Segundo eles, enquanto em 2005 a receita foi de U$255 milhões, em 2009 deve chegar a U$ 1bilhão.

Focada em profissionais que se movimentam muito, não ficam trancados o dia inteiro no escritório e fazem de seus celulares um verdadeiro canal de comunicação, a comunicação via celular vem buscando profissionais com potencial criativo e conhecimentos técnicos para o desenvolvemento e manutenção de novos produtos.

Fonte: Fernando Comunica

E o jornal, vai acabar? A imprensa tem medo da internet

A descentralização da informação é uma das grandes conquistas desse século. Para leitores e jornalistas, a possibilidade de ir além, via ferramentas digitais, expande a maneira de se buscar e fazer notícia.

Do jeito como o conhecemos, sim. Os mais puristas estão arrepiados e insones com esse tal de conteúdo participativo e – cruzes! – com o “jornalismo cidadão”. Mas o que fazer diante de mais uma revolução que, ao que tudo indica, já chegou e veio para ficar? Grudar a cabeça ao muro das lamentações e permanecer no tempo que passou ou (re)pensar o que pode ou não mudar com os novos modelos de comunicação?

A democratização da informação e dos acessos a ela torna tudo mais difícil? Impossível? Inviável? Ou torna tudo mais concorrido? Talvez seja a temida “concorrência” o verdadeiro bicho-papão dessa história. Levando-se em consideração as características da mídia brasileira, nada mais lógico que temer a avalanche de fontes de informação surgidas com a internet. Como diz Caetano Veloso, quem lê tanta notícia?

A imprensa tem medo da internet. Usa com cerimônia, meio sem graça, meio sem jeito. Enquanto empresas integram suas áreas de marketing on e offline, os meios de comunicação não inovam. Embarcam nas ferramentas quando essas se tornam modismos e as utilizam sem estratégia e, muitas vezes, sem discernimento.

Nas TVs, inserções de vídeos do YouTube, por exemplo, só acontecem na exploração do que a ferramenta tem de bizarra e pitoresca. E no melhor estilo Adam Smith, as mídias sociais gritam: deixa estar que vamos criar. Estimulem, incitem, provoquem. Vide o sucesso de Barack Obama. Seu pôster de campanha, hoje exposto em museu, foi “presente” de um artista-eleitor. Assim como seu hit de campanha no YouTube, “Yes we can”.

Se a palavra de ordem é participação, sabendo usar, que mal fará? Temer o inevitável é ficar parado diante da verdadeira tsunami que se forma. A onda é forte – e acreditem – vai mudar padrões e conceitos. O leitor não é e nunca mais será passivo. E fingir que nada está acontecendo como se a internet fosse ainda biscoito fino para poucos é nadar contra a maré.

A classe C e D avança a passos largos na rede, o presidente Lula adere ao blog (quer sinal de maior popularidade? Ele é o cara, lembram-se?) e computadores vendem mais que TVs. Sem falar no predomínio brasileiro no Orkut e agora no Facebook.

O jornal, o telejornal, o rádio e a revista nunca perderão espaço e relevância. Mas têm de se adaptar a uma realidade diversa e dinâmica; a uma geração – que os americanos chamam de Y – que forma opinião das mais diferentes maneiras. Uma geração que faz do celular quase um computador portátil; que cria celebridades; que usa a rede para reclamar, ironizar, elogiar, ridicularizar. Tanto na esfera pública, quanto na privada, devemos estar atentos ao que se diz na web. Porque não há barreiras e, muito menos, fronteiras.

A descentralização da informação é uma das grandes conquistas desse século. Para leitores e jornalistas, a possibilidade de ir além, via ferramentas digitais, expande a maneira de se buscar e fazer notícia.

Assim como a TV não matou o rádio e o cinema, a internet nunca matará o velho jornal, aquela revista ou hábito de ver o jogo de futebol com o ouvido grudado na radinho. Mas é preciso integrar, interagir, abraçar uma mídia a outra tirando de cada uma o que de melhor elas têm a oferecer.

O dever de casa pode começar nas escolas de comunicação, que formam profissionais para um mercado que não existe mais. Redefinir modelos, se aproximar do mercado de trabalho e não tratá-lo mais como um vilão, pode ser o primeiro passo.

Fonte: vooz

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Mercado financeiro começa a descobrir o poder do Twitter no Brasil

O mercado financeiro começa a descobrir aqui o poder do Twitter, nova rede social que permite a rápida troca de informações por meio de mensagens curtas, de no máximo 140 toques, que podem ser enviadas pela internet ou por SMS. Entre as empresas de capital aberto, as primeiras a usar o microblog para falar com os acionistas são aquelas que integram o Novo Mercado, farol da governança corporativa. A fabricante de máquinas WEG e a construtora Tecnisa são dois exemplos da rapidez com que o uso da nova ferramenta cresce.

_O mercado financeiro começa a descobrir aqui o poder do Twitter, nova rede social que permite a rápida troca de informações por meio de mensagens curtas, de no máximo 140 toques, que podem ser enviadas pela internet ou por SMS. Entre as empresas de capital aberto, as primeiras a usar o microblog para falar com os acionistas são aquelas que integram o Novo Mercado, farol da governança corporativa. A fabricante de máquinas WEG e a construtora Tecnisa são dois exemplos da rapidez com que o uso da nova ferramenta cresce.

Entretanto, a Petrobras e a Vale, pesos-pesados do Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), ainda não usam a ferramenta para falar com o mercado financeiro. Recentemente, a estatal do petróleo até criou uma conta no Twitter, mas só para divulgar seu blog Fatos e Dados, de respostas à imprensa.

Mais adiantadas, as corretoras pisam fundo no pedal - teria havido até repressão pelo uso do Twitter para fazer propaganda de forma irregular da oferta de ações da Visanet. Elas agora partem para a segunda etapa do uso das ferramentas da Web 2.0, a integração.

- A ideia é que as mídias se misturem. Os vídeos serão divulgados no Twitter, assistidos no YouTube e poderão ser comentados no Orkut - destaca o analista de comunicação da Ágora Corretora Ricardo Senra.

Os órgãos reguladores, por sua vez, embora estejam de olho no uso das redes informais de comunicação, ainda se mantêm à parte delas. A Comissão de Valores Imobiliários (CVM) não possui blog ou o miniblog, enquanto sua correspondente americana, a Securities and Exchange Comission (SEC), já tem dois twitters, um voltado para a educação dos investidores e e outro de notícias mais técnicas.

Consultor diz que não é modismo.

O jornalista Geraldo Magella, da consultoria MZ, destaca a importância de as empresas estabelecerem uma estratégia para o novo canal de informação antes de criá-lo. É preciso definir qual o objetivo da empresa com o Twitter, quem vai alimentá-lo com informações e quem vai acompanhar o que se fala sobre a companhia na rede.

- O Twitter não é um modismo, mais um Second Life, que funcionou por um tempo e depois acabou. O fato de a SEC ter dois twitters indica que é algo que veio para ficar - avalia o consultor.

Magella afirma ainda que as empresas e investidores devem ficar alerta às fraudes na rede. Há usuários que criam páginas no Twitter usando a marca de uma companhia para denegrir sua imagem. O banco Itaú-Unibanco, por exemplo, é vítima de cinco páginas fakes na rede. Em uma delas, o autor deixa claro que deseja fazer com que clientes abandonem a instituição.

Já os investidores, adverte o consultor, devem se certificar de que o microblog que desejam seguir é uma fonte confiável de informações, para que o novo canal efetivamente ajude a otimizar seus negócios. Isso pode ser feito, por exemplo, conferindo se o endereço é citado na página oficial da empresa de interesse.

Fonte: o globo

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Quais as tendências da nova comunicação corporativa adotada pelas empresas?


Por Ricardo Franco, Diretor de Relacionamento e TI da Take 5.


Podemos apontar várias tendências para a comunicação corporativa feita pelas empresas, mas um ponto parece ser comum na evolução desta comunicação: deve ser integrada por vários canais e usando a interação digital.

As novas ferramentas de comunicação têm mostrado que o valor percebido da empresa é a experiência do usuário através de conteúdos e informações colaborativas. Quem não leva em conta a opinião e comentários de outros usuários e clientes mais do que a comunicação oficial da empresa?

Muito se tem falado sobre como a comunicação deve ser feita e como a marca da empresa acaba sendo afetada, mas parece consenso de que a estratégia tem que ser integrada para todos os públicos, interna e externamente à empresa, bem como alinhada em todos os níveis. A direção geral tem usado mensagens que reforçam campanhas operacionais no mercado? Numa época em que cada empregado e cada consumidor se torna um replicador de conteúdos e idéias, qualquer desalinhamento certamente vai aparecer rapidamente e comprometer os resultados. Blogs e microblogs certamente denunciarão qualquer falha.

As áreas de negócio estão em contato com os responsáveis pela comunicação institucional? Todos estão levando em conta que se espera interação instantânea através de qualquer dispositivo de comunicação vindo de todos os lugares ao mesmo tempo?

As empresas mais bem sucedidas estão focando sua comunicação corporativa no entendimento da relacão com os diferentes tipos de “clientes e mercados”: cliente interno, cliente externo, parceiro, fornecedor, mercado e competidor usando as ferramentas de comunicação digital para tirar proveito da interação e disponibilidade instantânea atualmente requerida.

O foco da comunicação atual parece estar migrando de processos ou produtos para uma interação com os mercados e clientes exigindo competências em customização e desenvolvimento de produtos e serviços específicos, ou seja, capacidade de produzir inovações sob demanda!

O desafio então passa a ser a capacidade de desenvolver relações com as audiências específicas para compreender seus desejos e necessidades a fim de oferecer soluções inovadoras. A nova comunicação corporativa integrada deve ser o resultado de estratégias bem definidas (O que a empresa quer ser!) mostrando as competências essenciais (O que a empresa pode fazer bem!) através de ferramentas interativas em linguagem universal.

Soluções colaborativas de vídeo on line parecem oferecer o meio adequado para comunicar, capacitar, catalizar e convidar as audiências a participar desta comunicação junto com a empresa.

Até há pouco tempo o departamento de marketing e comunicação produzia o conteúdo, agora ele integra o trabalho de explorar e comunicar a percepção de valor deste conteúdo para as audiências. È o marketing de permissão interativo e não a interrupção unilateral em massa.

As empresas estão migrando suas estratégias de negócio do ciclo produzir-e-vender (make-and-sell) para avaliar-o-mercado-e-responder (send-and-respond). Existe linguagem mais universal que a imagem? Existe canal mais disponível e colaborativo que o canal digital on line na internet?


Fonte: take5

sexta-feira, 19 de junho de 2009

As redes sociais on-line e a comunicação corporativa

Blogs, podcasts, sites de compartilhamento de fotos e vídeos, sites de relacionamento, entre outras formas de comunicação e interação, estão na moda, porém, mais do que isso, revolucionaram a forma como as pessoas se comportam e se relacionam.

E tais formas de comunicação na internet chegaram também aos ambientes corporativos. Em função disso, se faz necessário entender como lidar com essas expressões geradas pelos usuários, assim como analisar se cabem nos planejamentos de comunicação organizacionais.

A mídia social, considerada como expressões, opiniões e manifestações geradas por usuários comuns na internet por meio de ferramentas colaborativas, interfere diretamente na percepção das pessoas com relação às organizações e acaba por influenciar na reputação e na imagem corporativas.

É preciso saber que abordagem é a mais indicada para lidar com usuários-mídia, que são estes internautas que produzem, compartilham e distribuem conteúdos. Há ambientes em que vale a pena a participação direta da corporação, porém, há fóruns em que apenas um monitoramento é aconselhável, uma vez que os participantes não querem a interferência direta das organizações.

O fato é que não podemos mais negligenciar o poder das redes sociais e seu impacto diante da comunicação corporativa e dos negócios.Profissionais especializados nesses ambientes instáveis e incontroláveis são necessários.Sua empresa está pronta para as redes sociais on-line?

Fonte: Por Carol Terra, in http://www.nosdacomunicacao.com/

quinta-feira, 18 de junho de 2009

O e-book desperta a admiração e o temor dos downloads gratuitos

O livro digital, que ganha o mercado ainda de maneira tímida, permitirá que o leitor viaje sem peso de um livro de verdade, vai economizar espaço, proporcionar uma leitura mais cômoda e aproximar os livros dos internautas, mas, ao lado das vantagens, os escritores e as editoras temem outros aspectos do novo fenômeno.

Profissionais de várias áreas relacionadas ao livro manifestaram durante a última Feira do Livro de Madri sua admiração e certos temores em relação ao livro digital, eletrônico ou e-book.

Atualmente estes termos denominam o suporte vendido em algumas livrarias - o dispositivo sem fio do tamanho de um livro e pouca grossura em cujo monitor é possível armazenar e ler arquivos -, assim como o livro digitalizado que pode ser baixado e lido em computadores e telefones celulares.

"Para quem não lê porque usa a internet, o livro digital é o melhor suporte para se iniciar na leitura", afirma Jesús Badenes, diretor de livrarias da editora Planeta.

"Será possível viajar com livros grossos, que não pesarão no novo suporte, e mudar o tipo de letra do livro", destaca ao comentar o suporte, criado há poucos anos e comercializado nos Estados Unidos pelo portal Amazon.

A Amazon vende livros digitais para que sejam lidos no suporte Kindle, que já tem concorrentes como os da Sony, Iliad e Cybook, ainda caros (pelo menos 300 dólares), mas que para os especialistas devem ter uma redução de preço em breve.

Hoje as editoras especializadas já têm bons resultados. A revista científica britânica Nature passou de 60.000 assinaturas a 300.000 graças à edição digital.

Mas as inovações do livro eletrônico são acompanhadas por inquietações: os escritores veem riscos para o faturamento caso, a exemplo da música e dos filmes na internet, as obras sejam disponibilizadas na web sem permissãoo ou se generalizem os downloads gratuitos.

"Existe uma expectativa de gratuidade em relação aos conteúdos na internet que não existe com outros bens, como o computador, a conexão a internet, a energia elétrica ou o Kindle", afirma Victoriano Colodrón, diretor técnico da Cedro, que administra os direitos autorais e que ano passado conseguiu retirar 50 obras da web que haviam sido disponibilizadas sem autorização.

"Que preço vamos a pagar se deixarmos de receber os direitos autorais?", questiona a escritora Care Santos.

"Além disso, as livrarias terão um problema quando tudo for vendido virtualmente, porque não poderão competir".

Alguns apostam em um ajuste apropriado do setor que permita que o e-livro se consolide como um novo canal de exploração para os direitos autorais, ordenado e sujeito às normas de mercado, que permita uma retribuição justa ao autor e aumente o consumo do livro e mantenha a dignidade do setor.

A concorrente da Amazon, Google, que escaneou quase sete milhões de livros por meio do acesso aos arquivos de bibliotecas de todo o mundo, já anunciou que, além de permitir a livre consulta no Google Books Search, venderá os mesmos.

No entanto, para além das vantagens e perigos do 'e-book', a maioria não acredita em um domínio do mercado. Ambos conviverão por um tempo, 10 anos, segundo uma pesquisa realizada na última Feira do Livro de Frankfurt, segundo a qual 60% das editoras ainda não digitalizaram livros.

Nos Estados Unidos os livros digitais representam hoje 0,6% do volume de negócios total, e apenas 0,1% no Reino Unido.

Fonte: hostednews

domingo, 14 de junho de 2009

Petrobras democratiza a comunicação

O blog Fatos e Dados colocado no ar pela Petrobras é um marco na história da comunicação social. A partir de agora a relação entre as fontes e os veículos de informação muda de patamar, tornando-se mais equilibrada.

Até então a fonte, detentora da titularidade da informação, abria mão desse poder transferindo-o de forma integral para a mídia. E esta fazia do conteúdo informativo o que bem entendia. Daqui para frente isso não irá mais acontecer. Precavida, a fonte se antecipa ao veículo tornando públicas as informações prestadas. Estreita-se dessa forma a margem de manipulação. E quem ganha é o público, na medida em que as informações tornam-se mais confiáveis. Ou pelos menos "checáveis".

Nesse sentido a ação comunicativa da Petrobras vai muito além dos seus resultados imediatos. Ela se insere no processo de construção de uma ordem informativa mais democrática e equilibrada que teve um dos seus pontos altos ao final dos anos 1970 quando a UNESCO deu por concluída a tarefa de propor a criação de uma nova ordem mundial da informação e da comunicação. O resultado desse trabalho, realizado por uma comissão presidida pelo irlandês Sean Mac Bride e que contou com a participação, entre outros, do colombiano Gabriel Garcia Marquez, está no livro Um mundo e muitas vozes, publicado pela Fundação Getúlio Vargas.

Propunha-se, naquele momento, a busca do equilíbrio dos fluxos informativos entre os hemisférios Norte e Sul e apontava-se para a necessidade de estimular a circulação de informações entre os países do sul. Era uma resposta às políticas impostas ao mundo pelas potências hegemônicas, segundo as quais deveria prevalecer o "livre fluxo das informações", ou seja regulado apenas pelo mercado.

O debate entre as duas posições entrou pelos anos 1980 e chocou-se com a ascensão do neoliberalismo nos Estados Unidos de Ronald Reagan e no Reino Unido de Margareth Tatcher. O resultado é conhecido. Os dois países, retiraram-se da UNESCO, seguidos logo depois pelo Japão, esvaziando a organização e sepultando a generosa idéia de uma nova ordem informativa global.

No Brasil, o primeiro movimento mais articulado visando a democratização da comunicação ocorreu 1983, numa iniciativa de um grupo de professores do curso de comunicação social da Universidade Federal de Santa Catarina. Eles lançaram a Frente Nacional de Lutas por Políticas Democráticas de Comunicação, incorporada posteriormente pela Abepec (Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Comunicação) e pela Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas).

De prático esses movimentos pouco conquistaram. A lógica do capital, concentrando cada vez mais o mercado produtor e distribuidor de informações, combinada com a política de enfraquecimento dos estados nacionais, sepultou as esperanças de uma circulação de informações mais equilibrada pelo mundo.

No Brasil houve um avanço com a Carta de 1988, especialmente no que se refere ao capítulo da Comunicação Social. Mas da Lei à prática a distância ainda é grande.

Assim ficamos, durante muito tempo, restritos a declarações e manifestos. Por isso, a ação concreta da Petrobras ganha dimensão histórica. Materializa objetivos perseguidos numa luta de décadas e aponta caminhos novos na relação entre mídia e sociedade. Com certeza o exemplo será seguido por outras pessoas físicas e jurídicas. E, aos poucos, a prática jornalística irá incorporando esse dado novo, estabelecido pela possibilidade de confrontação entre o que é dito e o que é publicado.

Deve-se ressaltar o papel fundamental da internet nesse processo, sem a qual nada disso seria possível. Mas é preciso não esquecer também a coragem política da empresa, sabedora sem dúvida, de que iria bater de frente com o mais poderoso setor empresarial do pais. E o curioso é que não se tratou de ato ofensivo.

Depois de décadas sofrendo ataques violentos de grupos que nunca engoliram a sua existência, a Petrobras resolveu tomar uma atitude preventiva, de defesa. Daí a surpresa e a grandiosidade do seu ato. O blog da Petrobras se soma, no cenário latinoamericano, ao jornal Cambio da Bolívia, às rádios e televisões públicas da Venezuela e às propostas de alteração nas leis de radiodifusão da Argentina e do Equador. São diferentes instrumentos encontrados pelos governos populares da região para romper o cerco que lhes foi imposto pelas grandes corporações da mídia e para tornar um pouco menos desequilibrada a circulação da informação em seus respectivos países.

Mais de um quarto de século depois da declaração da UNESCO propondo uma nova ordem informativa mundial, eis que na América Latina são dados os primeiros passos concretos nesse sentido. E o blog Fatos e Dados é uma grande contribuição brasileira. Que venham outras.

* Laurindo Lalo Leal Filho, sociólogo e jornalista, é professor de Jornalismo da ECA-USP e da Faculdade Cásper Líbero. É autor, entre outros, de A TV sob controle – A resposta da sociedade ao poder da televisão (Summus Editorial).
Fonte: Jornal Correio do Brasil

Ministério do Trabalho também entra no Twitter

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) também aderiu ao Twitter. Os internautas podem acompanhar e interagir com a equipe de comunicação da instituição no endereço http://twitter.com/TrabalhoGovBr, informou a assessoria do MTE pelo microblog. No Twitter, o MTE pretende democratizar informações aos trabalhadores publicando uma média de cinco posts por dia com dados como estatísticas de emprego e desemprego, a agenda do ministro do Trabalho, além de atender demandas de debates colocados na esfera pública online.

A entrada no Twitter marca uma nova estratégia do MTE para expandir sua presença em redes sociais. O órgão já possui uma comunidade no Orkut, aberta em 2008, que supera 1.100 usuários.

O MTE é o primeiro Ministério a criar um núcleo específico para trabalhar com redes sociais informa a chefe da assessoria de comunicação social do Ministério, Naila Oliveira. "Com as redes sociais podemos divulgar políticas públicas do MTE e ficar mais próximos do trabalhador para entender suas necessidades", afirma.

No início deste mês foi contratada uma profissional dedicada à administração de ferramentas de web 2.0 no Ministério, que é responsável pela publicação de informações no Twitter. O próximo passo do MTE, segundo Oliveira, é criar um canal no YouTube, site de vídeos do Google, ainda sem previsão de lançamento.

A comunidade do MTE no Orkut foi criada há cerca de um ano com base na publicação trimestral Revista Trabalho. Segundo Oliveira, a próxima edição da revista, prevista para meados de junho, contará com artigos sugeridos pelos internautas.

Fonte: grandefm

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Empresas usam Twitter como ferramenta de relações públicas e fonte de informações sobre clientes

SÃO FRANCISCO - Mais de 14 milhões de pessoas já usam o Twitter para compartilhar suas vivências com o resto do mundo, em textos de apenas 140 caracteres. E o popular serviço de microblogging tem também cada vez mais adeptos do mundo empresarial.

Para multinacionais como Starbucks, Dell e Amazon, o Twitter está se tornando uma ferramenta fundamental em suas relações públicas e uma excelente fonte de informação sobre as opiniões de seus clientes, cada vez mais engajados no serviço. Para o Twitter, sua popularidade entre as empresas poderia ser a solução para seu problema crônico de falta de receitas.

Apesar de seu crescimento impressionante - o site dobrou o número de visitantes entre fevereiro e março, segundo a Comscore - o Twitter não gera receita e atualmente se financia através de investimentos de firmas de capital de risco. Evan Williams, Biz Stone e Jack Dorsey, seus fundadores, já assinalaram que pretendem criar serviços pagos para clientes corporativos que até agora não pagam nada para "twitar".

Algumas das primeiras companhias a se dar conta do potencial da rede social foram, curiosamente, os meios de comunicação tradicionais que podem considerar o Twitter como concorrência. Notícias como a aterrissagem de um avião da American Airways no rio Hudson, em fevereiro, chegaram ao site antes das cadeias de televisão. Algumas delas, como a CNN, têm várias contas no Twitter e um bom números de seguidores.

Para a loja virtual Amazon, o Twitter se tornou uma dor de cabeça, quando uma pequena revolução contra a empresa se desencadeou na rede social. Um escritor norte-americano descobriu que dois livros de conteúdo gay haviam desaparecido dos rankings da Amazon e denunciou o fato numa mensagem em seu Twitter, com mais de 200 mil seguidores.

O protesto se espalhou como pólvora e a Amazon corrigiu rapidamente o erro de catalogação que afetava 57 mil títulos e atribiuiu o fato a um problema técnico.

O Twitter também permitiu a Dell descobrir que seus usuários não estavam satisfeitos com o teclado do Dell Mini 9. A tecla de apóstrofo e a de "enter" estavam muito próximas, lamentavam, e a empresa corrigiu o problema no Dell Mini 10.

Na Starbucks, os clientes até agora só podiam deixar suas queixas escritas em um formulário de reclamações nos estabelecimentos. Hoje preferem "twitar", o que permite à firma reagir com mais rapidez a problemas de imagem.

Assim, quando no mês passado se espalharam boatos de que a Starbucks não distribuiria café às tropas no Iraque em protesto contra a guerra, a empresa desmentiu a história com uma breve mensagem no Twitter que remetia a um comunicado no seu site oficial.

O site foi um dos principais meios escolhidos pela cadeia de pizzarias Domino's para fazer frente ao pior escândalo da história da empresa. Dois empregados de uma loja na Carolina do Norte publicaram no YouTube vídeos em que apareciam colocando meleca em sanduíches.

A notícia e o link com os vídeos se propagaram através do Twitter e a direção da Domino's decidiu empregas a mesma arma para se defender. Abriu uma conta no site para o explicar o ocorrido e responder às perguntas dos internautas.

A Pizza Hut decidiu, inclusive transformar o Twitter em uma atividade profissional e criar o posto de "twitteiro" oficial da empresa. O funcionário trabalha na sede da cadeia e será o "comunicador em redes sociais, com o trabalho de contar em 140 caracteres tudo o que acontece na Pizza Hut", explica um porta-voz da empresa.

Fonte: o globo

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Futuro da comunicação corporativa está nas mídias sociais


A primeira Conferência Internacional realizada neste 12º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, promovido pela Mega Brasil Comunicação no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, teve como palestrante o diretor da Ogilvy PR/EUA, o americano John Bell, ancorado pela diretora de Redação da revista Info Exame, Sandra Carvalho. Com o tema “As 14 habilidades do profissional de Comunicação Corporativa do Futuro”, não foi uma surpresa que todas essas habilidades acabassem num único foco: o das mídias sociais.

Para Bell, o Brasil se tornou um mercado explosivo de redes do tipo Twitter e Orkut, que detém 85% dos internautas conectados. Só isso representa um crescimento muito rápido no mundo do marketing dito boca a boca. Para ele, exatamente este tipo de propaganda que gera resultados, mas, também pode ser uma catástrofe. “A propagação de uma informação negativa a respeito de um produto é muito intensa e pode ser uma crise sem precedentes também”, disse.

Os profissionais de relações públicas devem ser “experts” em todos os tipos de mídia: comunidades, redes sociais, ou seja, todas aquelas relacionadas aos meios digitais. Com isso, os funcionários das agências também devem ser treinados nesse sentido, produzindo novas formas de engajamento. É preciso gastar muito tempo nesses projetos para obter bons resultados. “Compartilhar o marketing positivo, esse é o caminho para vender.” Conclui o diretor.

Já durante a fase dos debates, ao ser questionado sobre o resultado negativo de uma campanha estratégica, Bell foi enfático. “É preciso ficar pronto para uma crise antes de ela acontecer. Não dá pra saber o tempo todo o que vai acontecer após alguém testar um produto e colocar sua opinião na internet. Velocidade e autencidade são primordiais. O ideal é ser rápido para se desculpar, não dá pra controlar o que faz, mas é preciso estar pronto para agir”.

(Texto de Liliane Rodrigues). Fonte: lidebrasil

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Esquente a comunicação na sua empresa

A comunicação empresarial deixou há muito tempo de ser uma comunicação desconetada com as atuais tecnologias. Serviços como SMS, Bluetooth, Portais, WAP, Twitter, YouTube e outros são poderosas ferramentas de comunicação com os diversos públicos da sua empresa. As grandes já descobriram o poder da informação, via celular ou na rede mundial de computadores.

Está na hora da pequena empresa acordar para estas tecnologias. Pesquisa do próprio Sebrae em São Paulo mostra que as micro e pequenas empresas, a utilização de aparelho celular mais que dobrou nos últimos 10 anos, saltando de 42% em 1998, para 91% em 2008. O pequeno empresário conhece o celular e sabe da importância dos portais, mas desconhece ou não acredita, por exemplo, no comércio eletrônico. Segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e-net),já existem 14,9 mil pequenas e médias empresas que vendem pela internet. Elas respondem por apenas 20% do movimento total das vendas.

É um despedício de tempo e dinheiro transformar um site apenas em um cartão de visitas, com telefone, texto, fotos e informações de “quem somos“. A empresa precisa interagir via on line com seus clientes, fornecedores, parceiros, formadores de opinião e colaboradores. A comunicação objetiva e “quente” interessa a todos os clientes da sua empresa.

Fonte: mundo sebrae

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Mercado Editorial: das páginas aos vídeos na web

Paula Miranda

Até bem pouco tempo atrás, quando disponibilizar um site na internet ainda era um diferencial, o mercado editorial limitava-se a migrar para a internet o conteúdo publicado nas revistas e jornais. Só que hoje, esta atividade tornou-se obrigação e o diferencial está em quem oferece ao seu usuário ferramentas que promovam uma experiência cada vez mais interessante.

Com o boom dos vídeos online, os grandes veículos e até mesmo os meios mais especializados de mídia impressa estão descobrindo um canal promissor e se adaptam a esta tendência, iniciando a produção de conteúdos interativos, buscando gerar notícias, entrevistas e matérias de forma diferenciada. O que vejo é um novo aproveitamento da web, o acompanhamento dos recursos que antes eram considerados tendências e hoje se tornam realidade. A iniciativa é resultado de um fato: o comportamento do público, que começa a mostrar maior interesse pela interatividade online.

A aderência dos internautas aos vídeos online é tão crescente que a demanda de anunciantes dispostos em investir neste tipo de mídia tem aumentado cada vez mais, o que incentiva a entrada de quem ainda não tem sua TV Online. Um investimento gera o outro, as oportunidades na web se complementam pelo interesse de todos – internauta, veículo de comunicação e anunciante.

Mesmo que a crise econômica mundial, por hora, desanime algumas expectativas, as pesquisas são unânimes em apontar o crescimento da audiência e dos investimentos. De acordo com um levantamento feito pelo comScore, nos Estados Unidos, somente no mês de novembro de 2008, a audiência dos vídeos online cresceu 34% e a empresa de pesquisa eMarketer prevê um acréscimo de 45% nos gastos para produção de vídeo para web, ainda este ano.

No que diz respeito à tecnologia em publicação e gerenciamento de vídeos, o cenário também é motivador. Através de soluções especializadas em vídeo, hoje é possível subir um arquivo em minutos após gravar uma entrevista. Simples como postar informações escritas na web. Um upload com uma breve descrição e pronto! A matéria já está no ar com o frescor típico da internet.

Na verdade, este é o grande diferencial dos vídeos online: a rapidez da informação. O internauta está mais preocupado com o conteúdo do vídeo e a agilidade da informação. E Cabe ao editorial trazer para o público notícias detalhadas.

Comportamento do leitor, recursos em tecnologia, investimentos dos anunciantes, interatividade e inovação. Os motivos para o mercado editorial apostar nos vídeos online são muitos. Eles não só abriram novas portas, como também criaram mais oportunidades de visibilidade para conteúdos antigos ou para os que ainda nem foram lançados. Basta que um usuário se interesse para que algo seja compartilhado a milhares de internautas e torne-se um sucesso repentino, tanto que o marketing viral neste tipo de mídia vem ganhando ainda mais atratividade. O caminho foi invertido, se anteriormente iam parar na internet somente os vídeos que já eram sucesso na TV e no cinema, hoje é cada vez mais comum um vídeo “bombar” na web para depois se tornar um sucesso fora do mundo virtual.

Há quem dizia (e ainda diz) que com o tempo a internet acabaria com os jornais e revistas. Felizmente para o mercado editorial, pelo menos por enquanto, as teorias não passaram de especulação, os leitores ainda se interessam pelos impressos tanto quanto os anunciantes. Apesar das infinitas possibilidades de funções interativas e do baixo custo de produção, a internet não substitui a comodidade e a praticidade de ler uma mídia impressa. A rede veio para complementar os serviços prestados pelos veículos e também serve como uma ferramenta de marketing de grande potencial para fortalecer suas marcas e fidelizar os leitores.

*Por Paula Miranda, Coordenadora de Projetos da Take 5, empresa especializada em comunicação corporativa.
Fonte: portal da propaganda

sábado, 18 de abril de 2009

Agora, 1º Encontro de Comunicação Digital de Minas

Acompanhando a popularização da internet nos últimos anos, a mídia on-line apresenta um crescimento cada vez maior, firmando sua presença no ambiente de negócios frente a agências, anunciantes e consumidores. O Agora. foi idealizado com o objetivo de discutir o papel da internet e o uso de novas tecnologias para a comunicação digital, analisando este momento de transformação que ultrapassa os grandes centros e chega também ao interior do Brasil.

A Fórmula P, responsável pela idealização e produção do evento, garante que já está tudo pronto e que as inscrições já poderão ser feitas no site http://www.agora.encontrodigital.com/, onde será possível garantir o passaporte para fazer parte das inúmeras palestras, workshop e da mesa redondas e conferir os melhores cases com resultados em comunicação digital. Além disso, os inscritos contarão com a integração de todas as áreas do mercado online e vivenciarão experiências tecnológicas através de experimentações e do contato direto com produtos e serviços do mundo cibernético.

Agora - 1º Encontro de Comunicação Digital de Minas
Data: 05 de Maio
Local: Center Convention em Urbelândia - MG
Informações e Inscrições através do site: http://www.agora.encontrodigital.com/