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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Por causa da internet, reuniões para fazer trabalho escolar ficam mais raras

Pela praticidade, alunos acabam preferindo fazer cada um na sua casa. Jovens usam sites de relacionamento disponíveis na internet

Reunir os colegas da escola para fazer trabalhos em grupo tem ficado cada vez mais raro por causa do computador. Pela praticidade, os estudantes acabam preferindo fazer cada um na sua casa. Apesar de morar no mesmo condomínio que a amiga Mariana, a estudante Thaís, de 13 anos, passa vários momentos do dia no computador. “É que a gente tem tanta coisa para fazer que acabamos conversando no intervalo de uma coisa e outra”, diz Mariana, 12 anos. “É muito mais prático do que ir até a casa dela, me arrumar, atravessar o bloco pra conversar com ela pessoalmente”, concorda Thaís.
Tecnologia - Para se comunicarem, os jovens abusam de todas as tecnologias e sites de relacionamento disponíveis na internet. Para a estudante de um colégio do Rio, Nicole, 14 anos, conta que às vezes sente falta da presença dos amigos. “Eu sinto [falta], geralmente eu chamo os meus amigos para irem a minha casa fazerem trabalho, eu prefiro assim”, diz. A colega Juliana, 14 anos, afirma que a agenda recheada de atividades também atrapalha esse contato mais frequente. “Hoje todo mundo tem curso de inglês, vôlei, várias coisas fora do colégio. É muito difícil todo mundo poder se reunir um dia dentro do prazo e, pelo computador, a gente faz tudo num dia mesmo já está tudo pronto.” “É óbvio que é preferível estar em contato com a pessoa, porque o cara a cara e olho no olho é completamente diferente. Mas, às vezes, não tem disponibilidade”, afirma João, de 16 anos.

Fonte: Do G1, com informações do Jornal Hoje

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Marketing Digital no Twitter

O Twitter vem ganhando força no Brasil, e ocupando um espaço significativo na mídia e fora dela. Ele já pode ser considerado a segunda maior rede social do Brasil, e se tornou muito atraente para ações de marketing digital e publicidade on-line.

Mas por ser muito novo, as empresas e agências de publicidade ainda tem dificuldades em definir estratégias para uso do Twitter em suas campanhas. Assim desenvolvi 7 ações, que quero compartilhar com você, pois podem ajudar sua empresa ou agência no planejamento e implantação de ações que incluam o Twitter.

O Twitter é uma ferramenta muito particular. Com uma mistura de sistema de comunicação, micro blogging e rede social, o Twitter pode ter uma infinidade de aplicações no marketing digital. Além disso, tem uma grande penetração nos dispositivos móveis chamados smartphones, celulares como iPhone e BlackBerry, e também é acessado através dos navegadores. Assim, a base de usuários do Twitter se expande além da fronteira do consumidor sentado na frente de um computador e pode atingir o consumidor a qualquer hora.

Outra característica importante é que receber informações do Twitter é uma opção de quem recebe. Cada um se inscreve livremente para seguir os tuits de alguém. O interesse pelo conteúdo é um fator chave para o crescimento da comunidade a sua volta.

Então, podemos pensar no Twitter como uma mídia para difusão do nosso conteúdo, um elemento a mais na nossa estratégia de marketing de conteúdo. Além de criar artigos no seu blog, você poderá tuitar trechos ou links para os artigos publicados. Muitas plataformas de blogs, incluindo o WordPress, já têm aplicativos para que você envie links de seus posts para o Twitter.

Mas além de enviar os posts de seu blog, você pode enviar outras informações que atraiam as pessoas para seu conteúdo e as estimulem para seguir seu perfil. Se sua empresa vai participar de um seminário : Tuite os trechos mais importantes de cada palestra enquanto assistem. Vai fazer um evento promocional : Escale alguém para tuitar os acontecimentos do evento. Você pode pedir que seus vendedores tuitem de seus estandes enquanto participam de uma feira.

O Twitter permite que você transmita os eventos que participa em tempo real. Assim as pessoas interessadas no assunto podem seguir os eventos que sua empresa participa, se informarem sobre os assuntos relacionados ao seu negócio, se vinculando a sua marca ou produto.

Muitas empresas, como a Dell e a Sacks, estão aproveitando os seus seguidores no Twitter, conseguidos com o marketing de conteúdo, e criando promoções relâmpago, informando o consumidor que podem ter acesso a um desconto especial se aproveitarem nas próximas horas.

Enfim, o Twitter pode ser utilizado como suporte à quase todas as ações de marketing digital. Por isso que eu prefiro pensar no Twitter como uma plataforma de integração entre as diversas ações de marketing digital. O Twitter por unir comunicação, blog e relacionamento deve ser o elo de integração das estratégias de marketing digital.

Mas vamos às 7 ações ações integradas, que podem de fato fazer diferença em uma campanha de marketing digital envolvendo o Twitter :

1. Inclua em sua estratégia de marketing nas mídias sociais o Twitter : Identifique-se pelo seu Twitter nas mídias sociais, não por seu e-mail ou url. Os consumidores que estão nas mídias sociais terão mais facilidade em se comunicar com você desta forma.

2. Faça com que o conteúdo do blog de sua empresa, gere tuits : Gerar conteúdo para o blog de sua empresa ajuda a trazer mais visitas ao seu site, mas tuitar o título de cada artigo ajudará a atrair mais seguidores para seu Twitter. Eles valem mais que as visitas, pois você pode se comunicar com estes consunidores a hora que quiser.

3. Sempre que enviar uma newsletter gere tuits : Isso irá estimular as pesssoas a lerem sua newsletter e trará novos cadastros para seu e-mail marketing.

4. Use a busca do Twitter para pesquisas on-line : A busca do Twitter permite que você acompanhe o que estão falando de sua empresa e de seus concorrentes. Além disso, permite que você acompanhe ações de marketing que podem ser boa fonte de novas idéias.

5. Utilize seu Twitter para complementar suas campanhas promocionais : Faça promoções on-line criativas para seus seguidores. Isso também atrai mais seguidores e melhora suas ações.

6. Utilize o Twitter para iniciar campanhas virais : Sua rede de seguidores no Twitter é o meio mais fácil e ágil de iniciar suas campanhas de marketing viral.

7. Use e abuse dos Tags : Poucos conhecem ou entendem o uso dos chamados tags, os nomes começados com #. Eles servem para que as pessoas possam achar mais facilmente informações no Twitter. Portanto entenda como funcionam e use sem moderação.

Como disse, o Twitter pode ser utilizado para uma infinidade de ações de marketing digital, mas estas 7 ações são o seu enxoval inicial, e você deve partir delas para produzir bons resultados para sua campanha e sua empresa.
Fonte: cidademarketing

quarta-feira, 29 de julho de 2009

CASE OMO – Pesquisa, Comunicação e Inovação estão na fórmula de sucesso

No Brasil o sabão em pó OMO está há 50 anos, sendo que o produto é líder no mercado, sua qualidade é alta e é considerado um aliado para as donas de casa.Sua trajetória vem desde 1960, com equipes de demonstradoras a domicilio em São Paulo e no Rio de Janeiro distribuído amostras do produto. Até que com o decorrer do tempo, nos anos seguintes foram criadas novas fórmulas e campanhas publicitárias para que sua característica maior fosse a INOVAÇÃO.

“Nos anos 1980, período de grandes dificuldades econômicas, a estratégia de Omo concentrou-se em manter sua qualidade e garantir assim a fidelidade das consumidoras. As campanhas baseadas em depoimentos reais de donas-de-casa procuravam destacar que, mesmo com preço mais elevado que o de outras marcas, Omo era vantajoso pelo rendimento e desempenho superiores”, conta Priya Patel, Diretora de Marketing da área de Higiene e Limpeza da Unilever.

O produto então que é líder no mercado está na casa de 32 milhões de pessoas de todas as classes, porem as pesquisas e os estudos mostram que mesmo indiretamente Omo sofre com as instabilidades econômicas.

É por isso então que a pesquisa é um instrumento bastante utilizado para que tudo ocorra da melhor maneira possível.

Baseado nas pesquisas feito pelos agentes da marca que fez com que a Unilever diversificasse a linha de produto Omo para que atendesse a todas as classes de consumo da marca.Inovação e Comunicação, são dois principais conceitos que vê m sendo trabalhado pela marca.

A INOVAÇÃO vem a cerca de criar a variedade de embalagens e até mesmo as diversas utilidades que os produtos da Omo possui.Ao todo, a Unilever produz, por dia, um milhão de embalagens de Omo. Por ano, esse número chega a 365 milhões. “Se colocadas uma ao lado da outra, alcançam aproximadamente 70 mil km de comprimento, distância suficiente para dar quase duas voltas ao redor da Terra (40 mil km cada)”, ilustra Priya Patel.

A COMUNICAÇÃO é algo que vem sendo trabalhado também quando o assunto é inovação, pois a cada ano que passa as ações de publicidade e marketing crescem.

A marca explora o entretenimento, onde por meio da ação de comunicação da Marca está o caminho emocional, as informações são chegadas para seu público alvo de maneira que a mesma provoque uma reação no remetente positiva, o que na maioria das vezes acontece.

“Omo baseia toda a sua liderança em três pilares: conhecimento profundo das consumidoras e suas necessidades, inovações e consistência de comunicação”, garante a Diretora de Marketing da área de Higiene e Limpeza da Unilever.

Gostei muito desse case, Muito interessante, pois o que há de melhor em sua marca é a comunicação, e o que se percebe no uso da comunicação é o quanto ela pode ser perfeita quando bem utilizada, assim como a Marca Omo faz, criando suas ações de publicidade da melhor maneira possível, pensando em todas as classes sociais, sem esquecer-se da mensagem que é passada para o público-alvo que leva para o caminho emocional, o que faz com que suas campanhas publicitárias cresçam a cada dia.

domingo, 12 de julho de 2009

Marketing para Relações Públicas

(...)Neste país-continente convivem lado a lado os curiosos em Relações Públicas e os profissionais de Relações Públicas. O dono de uma loja de sapatos considera-se um bom "RP" porque agrada seus clientes; o presidente de uma grande empresa considera-se perfeito "public relations" porque a hora que quiser pega o telefone e fala direto com o ministro; um médio empresário com certeza dirá para os seus amigos, com muito orgulho que ultimamente tem feito muito "RP" porque tem almoçado com jornalistas e artistas.Como, então ocupar esses espaços, se eles já estão maciçamente ocupados? Não estão ocupados, não – dirá você, postulante a um cargo de Relações Públicas. Na sua cabeça não estão ocupados, mas não é só a "sua" cabeça que interessa aqui, é a cabeça daquele que pode abrir um espaço.


O profissional de Relações Públicas normalmente começa seu trabalho para alguma instituição fazendo uma auditoria de opinião. Você, candidato a uma ocupação de Relações Públicas, já fez sua auditoria para saber como os seus prováveis empregadores ou clientes vêem ou sentem Relações Públicas? Pense nisso: é muito importante entender o seu público; ele é quem pode abrir espaço.


A questão, portanto, não é "ocupar espaço", mas, sim, entender o nosso público. O público "consumidor" de Relações Públicas. Entender que esse público, por exemplo, quer resultados e está disposto a ceder espaços para quem lhe apresentar uma proposta na qual ele sinta resultados melhores do que os colhidos até então. Na medida em que ele perceber que o profissional dá melhor resultado do que o "curioso" é pelo profissional que ele opta.


Relações Públicas como qualquer profissão, exige iniciação. Não dá para chegar ao topo da escada sem ter galgado degrau por degrau. É preciso ter coragem e dedicação para começar pelos primeiros degraus, geralmente obscuros mas profundamente pedagógicos. Para o recém-formado em uma faculdade o registro profissional, obrigatório por lei, não o coloca no topo da escada; ajuda a abrir a porta onde estão os primeiros degraus.


Que produto vendemos nós, profissionais de Relações Públicas? O publicitário vende campanhas, anúncios; o jornalista vende matérias; o médico vende consultas para quem se sente doente; o engenheiro vende projetos de obras. E o profissional de Relações Públicas vende o quê? Já pensou nisso quando você vai oferecer seus serviços a alguém?
Nós vendemos serviços que ajudam a instituição a melhorar os canais de relacionamento com seus públicos.


(...)Relações Públicas é um profissional para o mercado. Acontece que há, ainda, muitos colegas que acham o contrário, que o mercado é para Relações Públicas. Uma espécie de Marketing às avessas. Portanto, além de fundamental embasamento teórico, a escola deveria estar mais junto do mercado entendendo as necessidades desse mercado. Logo, cada região tem peculiaridades de mercado; a parte prática da profissão, na escola deve ser direcionada para atender a essas peculiaridades. Pelo menos o recém-formado deixaria a escola falando uma linguagem mais inteligível para seu mercado.O empresário busca eficiência. O Brasil busca eficiência. Relações Públicas é uma das armas. Os jovens que estão hoje nas escolas precisam adquirir espírito empreendedor, têm de lançar-se no mercado de forma arrojada, não como pedintes de emprego ou apenas denunciando quem exerce ilegalmente a profissão, mas oferecendo respostas a problemas de relacionamento, levando propostas concretas para seus prováveis clientes ou empregadores. Conhecer o mercado é oferecer o que o mercado precisa – este é o Marketing que Relações Públicas precisa desenvolver para abrir seus próprios espaços.


(...)Nossa idéia de vender Relações Públicas para o mercado continua, pois sentimos ainda o divórcio entre o produto (Relações Públicas) e seu consumidor (o empresariado) abrindo brechas para o descrédito da profissão. Estamos propondo o fim da defesa de interesses pessoais que têm levado o atrito entre entidades, para começarmos a falar uma linguagem unificada que possa ser entendida pelo mercado. Estamos propondo o estabelecimento de um canal de relacionamento entre Relações Públicas e empresariado da iniciativa privada e de empresas estatais.


Fonte: rp-bahia

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Endomarketing envolve funcionários no cumprimento de metas

Empresas usam técnicas de Marketing para incentivar e envolver seus colaboradores no negócio.

*Por Guilherme Neto, do Mundo do Marketing 09/07/2009guilherme@mundodomarketing.com.br

O Marketing vem se especializando a cada ano em técnicas de envolvimento de consumidores. Em uma sociedade onde cada vez mais se exige um relacionamento com seus stakeholders para a propulsão dos negócios, um dos públicos mais importantes acaba não sendo muito discutido: os funcionários.

É pensando nesses colaboradores e na sua importância no sucesso das empresas que muitas delas estão apostando no Endomarketing. A disciplina ainda gera uma certa confusão. Há aqueles que dizem que significa toda e qualquer ação de comunicação interna, enquanto há quem acredita que trata-se de ações de incentivo a funcionários.

Para Analisa Brum, sócia-diretora da HappyHouseBrasil, agência especilizada na área, “quando a empresa repassa uma informação, utilizando canais oficiais, está fazendo Comunicação Interna. Mas quando, para repassar a informação, se utiliza de técnicas e estratégias de marketing como cor, frase de efeito, foto, materiais diferenciados, etc., está fazendo endomarketing”, define em entrevista ao Mundo do Marketing.

Redes Centauro e ByTennis são clientes há dois anos e meio
A agência atua já há mais de oito anos e hoje atende clientes como Renner, Santander, Souza Cruz e a Vale. O Grupo SBF, empresa atendida pela HappyHouseBrasil e dona das redes Centaro e ByTennis, vem desde fevereiro de 2007 investindo em um programa que inclui diversas ações pontuais, como programas de incentivos com grandes premiações e metas agressivas.

Apenas no penúltimo programa de incentivos realizado, as Olimpíadas SportCard, foram entregues na grande final três carros aos ganhadores. O SportCard é o produto financeiro do Grupo SBF e o objetivo do programa de incentivos foi aumentar a base de cartões aprovados, através da força de vendas das equipes de loja, reconhecendo os melhores vendedores.

Uma ferramenta de comunicação interna criada foi o Fórum Lance Livre que, inspirando-se nas redes sociais da internet, promove o intercâmbio e a busca de informações entre os colaboradores da empresa sobre assuntos corporativos e informações técnicas de produtos. A ferramenta ainda tem a vantagem de possuir um moderador para cada assunto, que acompanha o que é publicado.

Trabalho começou ouvindo os próprios funcionários
No Grupo SBF, o trabalho começou do zero. A empresa primeiro ouviu seus colaboradores. A partir dos resultados desse diagnóstico, foi implantado um processo de Comunicação Interna que incluiu campanhas de endomarketing, entre elas de Marketing de Incentivos, de benefícios e outras.

“Ao informar, integrar, facilitar e realizar a troca de informação entre os colaboradores e a empresa, construímos um sentimento de lealdade e, assim, criamos um relacionamento que compartilha objetivos, expectativas e responsabilidades”, ressalta Patrícia Melo, gerente de comunicação interna do Grupo SBF.

O trabalho da HappyHouseBrasil começa sempre com diagnóstico e planejamento. Depois, na continuidade do processo, se responsabiliza pelo planejamento, criação, produção e logística de tudo o que o cliente faz em nível de Comunicação Interna. Para o Grupo SBF, além de fazer todas as campanhas internas, a agência é responsável pelo informativo Torcida SBF e pelo jornal interno Campo de Notícias, através do Núcleo Editorial da HappyHouseBrasil.

Dedic usa datas festivas para incentivar funcionários
A Dedic, empresa de contact center com mais de 18 mil funcionários, prefere delegar a si mesma as tarefas de endomarketing, sem a necessidade de agências especializadas. A companhia investe 13% de sua receita em iniciativas destinadas a treinamento e educação. Uma das ações de maior sucesso e expectativa, que desde 2007 convida os filhos dos colaboradores para conhecerem o ambiente de trabalho de seus pais, entregando inclusive brindes e prêmios para os pequenos.

Recompensas e mimos para os colaboradores são comuns em datas festivas, como Dia das Mães, quando a empresa deu vale-presentes de R$ 200 para os criadores das 10 melhores respostas em um concurso cultural, ou no Dia do Operador de Telemarketing (4 de julho), quando entregou a seus 18 mil colaboradores balas de chocolate em um frasco personalizado (foto) contendo uma mensagem da empresa.

O objetivo de ações como essas, muitas delas propostas pelos próprios colaboradores, é reforçar os valores da empresa que acredita e aposta em seus funcionários. Com isso, as operações em que as campanhas são mais focadas no colaborador, apresenta os melhores resultados. “Endomarketing é envolver os funcionários com os desafios do seu negócio, fazer com que ele se sinta importante. É muito além do que simplesmente motivar”, diz Ludymilla Mattedi (foto), Gerente de Marketing da Dedic.

“Hoje os colaboradores são mais informados sobre o negócio da empresa, sua história e objetivos, são mais participativos nas ações e programas, e mais orgulhosos por fazerem parte de uma empresa grande e inovadora. Desta forma, caminham na direção mais alinhada aos objetivos empresariais”, comenta Patrícia, da SBF.

Fonte: mundo do marketing

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Cannes acabou. Será que agora o Marketing vai mudar?

Algumas palavras resumem o festival de Cannes este ano: Humano, Integrado, Digital, Social, Tecnologia, Simples e Resultado. Cada uma destas palavras foi citada direta ou indiretamente durante os dias do evento. Apesar de grandes personalidades estarem presentes no festival dando seus “pitacos”, com suas apresentações descontraídas e concorridas, muito pouca coisa nova foi colocada na mesa para um evento que tinha como slogan “ignite your creativity” acredito que a criatividade passou rapidamente por Cannes.

O festival deste ano foi pautado por uma visão humana muito forte. Boa parte dos prêmios foram dados a campanhas e peças ligadas a Organizações não Governamentais, sendo o grande nome do festival não uma grande corporação e sim uma idéia simples, que mexeu no imaginário de muita gente: Que tal trabalhar em uma ilha paradisíaca e ganhar muito bem por isto? Quem não queria este emprego? Eu certamente queria!

Todavia alguns pontos nos levam a uma reflexão mais profunda sobre o futuro do Marketing. O Marketing que ainda esta pautado na divisão de suas funções e ações, sendo que o festival deste ano deixou claro que cada vez mais o Marketing deve ser integrado. Atividades como Relações Públicas, Marketing Direto entre outras começam a perder suas fronteiras e a se misturar uma nas outras e isto é uma tendência irreversível.

Durante muitos anos se pregou o fim de determinadas mídias, como a TV e o rádio, porém foi muito bem ponderado este ano que estas mídias não irão morrer e que é necessária uma junção entre o mundo analógico e o digital, pois essa mudança já esta ocorrendo, não vamos deixar de ver TV, mas vamos ver de um jeito completamente distinto do como se vê hoje e neste novo cenário a forma de fazer Marketing será diferente.

Este também foi o festival dos geeks. Nunca antes os maiores nomes da tecnologia deram tanta atenção a um evento que tinha como um de seus temas principais o uso das mídias sociais. Dois dos sites fenômenos de relacionamento fizeram apresentações sobre a necessidade que as pessoas têm em se relacionar, seja pessoal ou profissionalmente e, adivinhem: a curiosidade que temos em querer saber da vida dos outros e como isto movimenta estes negócios que ainda estão longe de serem lucrativos.

Fonte: AdNews

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Marketing transparente

Uma sociedade que exige mais transparência das empresas, que vive em um mundo interativo e com sua juventude extremamente individualista e consumista - estes os principais pontos debatidos na mesa redonda "Redefinindo o marketing e a comunicação das empresas num mercado socialmente responsável", durante a Conferência Ethos 2009.


Para Rosa Alegria, vice-presidente do NEF (Núcleo de Estudos do Futuro, da PUC-SP), vivemos um momento em que temos a oportunidade de transformar a sociedade. "E a comunicação é a protagonista dessa revolução. Temos o dever de divulgar para a população os caminhos para esse novo modelo de consumo".


Ricardo Guimarães, publicitário e presidente da Thymus Branding, vai além e afirma que essa mudança pode se dar mais pela ciência do que pela consciência. "A consciência é inerente ao ser humano, e ele pode ou não segui-la, mas a ciência nasce da natureza e se você não a respeita, ela te pune."


Transparência foi a palavra mais ouvida pelo público que acompanhou a mesa redonda. Sem um projeto que seja claro quanto às ações de responsabilidade social e que conte com a participação dos seus stakeholders, uma companhia pode padecer sob o novo prisma econômico que deve prevalecer nos próximos anos. É o que afirmou Barbara Dubach, vice-presidente de Responsabilidade Social Empresarial da indústria de cimento Holcim. (Agência Envolverde).


Fonte: abril

domingo, 7 de junho de 2009

Adequando a Comunicação... Luluzinha na adolescência

Luluzinha, a personagem infantil famosa por seu vestidinho vermelho e por ter estabelecido o conceito de um programa estritamente feminino (o Clube da Luluzinha), cresceu. A partir de hoje, com a chegada de "Luluzinha Teen e sua Turma" às bancas, a personagem, criada em 1935 por Marjorie Henderson Buell, será vista por volta dos 16 anos e vivendo situações comuns para a maioria dos adolescentes de hoje em dia.

A publicação, mensal, sairá pela Ediouro sob o selo Pixel. Segundo Daniel Stycer, editor-chefe dos novos quadrinhos, a intenção de lançar uma revista voltada para o público adolescente existia já há algum tempo, mas ganhou força após Maurício de Sousa colocar nas bancas, com muito sucesso, sua nova série, a "Turma da Mônica Jovem" (leia mais na página 2)."Contribuiu para que a editora, que já tem tradição de revistas para jovens, começasse uma nova publicação voltada para esse público", afirma Stycer. Segundo ele, foi feita uma grande pesquisa sobre qual personagem poderia "crescer" e ganhar novos quadrinhos. De todos, Luluzinha foi a que mais agradou aos pesquisados. "Apesar de hoje não estar mais na TV ou nas bancas, é uma personagem que segue no imaginário das pessoas", afirma o editor, que trabalha com uma equipe formada apenas por brasileiros.

De posse da certeza do interesse do público em saber como seria a adolescência da garota, a editora partiu para fechar um acordo com a empresa Randow House, detentora dos direitos da personagem para, no Brasil, recriar os quadrinhos (mas apenas na fase jovem: o contrato não prevê nada ligado ao estilo original da revista), tanto no aspecto visual, quanto na personalidade.

Por isso, quem estava habituado com as características físicas e psicológicas da infância de cada um dos personagens pode estranhar. A protagonista, agora magra, deixa para trás os cabelos cacheados e assume uma certa insegurança. Bolinha, que agora atende também pelo nome de Bola, também emagreceu e tem uma banda de rock (o violino, que outrora ele tocava, ficou no passado). Glorinha, antes inimiga da personagem principal, hoje é sua melhor amiga e uma grande apaixonada pelo mundo da moda. Também compondo o núcleo principal, Aninha assume a faceta de uma menina emburrada, enquanto Alvinho, que no original era o bebê que Luluzinha eventualmente cuidava, tornou-se um garoto-problema.

Quando questionado sobre o motivo das mudanças e adequações, Stycer justifica ancorado na passagem do tempo. "Ninguém, aos 15, 16 anos, é exatamente da mesma forma de quanto tinha 7. A modificação é natural e veio com a intenção de falarmos e representarmos o maior público possível."

Interatividade.
E, para haver uma comunicação efetiva com o jovem de hoje, os realizadores lançaram mão de uma série de novidades. A primeira delas foi a adoção do estilo mangá (histórias em quadrinhos feitas aos moldes japoneses). Como dado novo, em vez do preto-e-branco usado nas revistas nipônicas, o clímax de cada história será colorido. "Em nossas pesquisas, vimos que o leitor teria interesse em ver, principalmente, as cores das roupas. Então, cerca de 16 páginas em cada edição virão coloridas", conta o diretor.

A vestimenta dos personagens, aliás, ganhará atenção especial. Como a cada história eles usarão um modelito, a equipe de criação contou com a ajuda da consultora de moda Gloria Kalil para acertar o estilo do jovem de hoje.

Além disso, a Internet será uma potente aliada nessa nova empreitada. A aposta no universo online começa pela própria Luluzinha, que deixa de lado o diário (utilizado por ela na infância) e se torna blogueira. E, para completar, entra no ar hoje o site http://www.luluteen.com.br/. "Nossa intenção é que a Internet seja uma continuação das histórias em papel, já que essa é uma tendência da nossa época", complementa Daniel.

Números:
1 milhão de reais foi o investimento feito pela Pixel na criação e produção de "Luluzinha Teen e Sua Turma".

Agenda

O que.
"Luluzinha Teen e sua Turma", Ediouro/Pixel, 96 págs.

Quando.
Revista mensal, a partir de hoje nas bancas

Quanto.
R$ 6,40

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Política de comunicação? Pra que?

José Vanderlei *

A clareza da sua política de comunicação faz toda a diferença na hora de falar com o consumidor.

Por não entender os principais efeitos do uso correto da comunicação e do marketing, e mais: por achar que comunicação é despesa e não investimento, a maioria das pequenas empresas comete erros que fatalmente resultarão no seu fechamento.

Um das falhas mais comuns nas pequenas empresas é o tratamento dado a sua marca, quando existe uma. Sem contar com o formato e organização do seu PDV (ponto de venda), a maneira de atender ao seu cliente, etc. Tudo no improviso, embora acompanhado de autoconfiança hereditária, tipo: “deixa que eu dou um jeito, meu avô já fazia isso!... Agora é com o papai”.

Bom, quem continua pensando assim certamente não está acompanhando as mudanças, ainda acha que padaria é só para vender pão, e que as dificuldades são “coisa de Deus”. Salvo a crença de cada um, provavelmente isso venha ocorrendo em virtude da forma como ele tem tratado o seu negócio. Principalmente se analisarmos o crescimento da população mundial nesses vinte anos, juntamente com as necessidades da humanidade.

Por isso, as grandes empresas se esforçam para chamar atenção das pessoas, por meio de pequenos detalhes, que são fundamentais na hora em que o consumidor faz suas escolhas: “comprar o quê?” e “onde é melhor?”. Por isso, ao empregar métodos simplórios, sem pé nem cabeça, onde o que diz ou escreve tem significados diferentes ou engraçados, além de cometer erros gramaticais grosseiros, sem contar com uma programação visual pouco atrativa, vai fatalmente resultar em perda constante de venda e morte prematura do sonho de ser empreendedor.

Se esse for o seu caso, ficará mais fácil se você conseguir aplicar essas dicas, antes que seja tarde demais:

a) Identifique, no seu orçamento, qual é a sua capacidade real de investimento na área de comunicação ou se junte a outros empreendedores ou fornecedores, pois, provavelmente, o seu problema é também o dele. Atenção: Ninguém vive sozinho. Procure bons parceiros.

b) Pesquise no mercado, procure orientação para poder contratar um profissional de comunicação. Lembre-se: comunicação não é só mídia.

c) O mercado é dinâmico, a sociedade evolui, novas formas de fazer negócios surgem. É por isso que se faz necessário que o programa de comunicação “esteja sempre vivo (ligado)” para você acompanhar as mudanças de humor do consumidor e estude os movimentos estratégicos dos seus concorrentes. E o mais importante: a perenidade das ações será a responsável pelo seu sucesso.

d) Antecipe-se aos acontecimentos, isso ajuda a maximizar custos e a obter melhores resultados. Lembre-se que o profissional de comunicação não é um piloto kamikaze, que só é convocado em tempos difíceis, e que está ali para ir para o sacrifício. Caso seja usado nesses casos, o seu esforço de comunicação terá 100% de chance de prejuízo total.

e) Lembre-se: em um mercado competitivo, a clareza da sua política de comunicação faz toda a diferença na hora de falar com o consumidor, especialmente o seu cliente fiel

f) Última dica: o cliente é como bebê, não vem acompanhado de manual de uso. Portanto, baseado nos seus produtos e serviços, identifique o seu público-alvo e verifique quais são as suas necessidades e aspirações para poder surpreendê-lo. Boa sorte!

As pequenas empresas são responsáveis por 70% dos novos empregos criados e por cerca de 30% da produção de bens e serviços, segundo dados colhidos pelo escritor Francisco Gracioso, autoridade na área de Comunicação e Marketing do País.

Esse é um segmento que, por sua importância no desenvolvimento econômico-social brasileiro, precisaria ser tratado com imenso respeito pelos governos. Com um pouco de atenção e acesso ao crédito, gestão e esforço de comunicação, provavelmente os números apresentados acima seriam outros, bem como nossa realidade socioeconômica, pois essa nação é constituída de pessoas de extrema criatividade, bem-humoradas, trabalhadoras, vencedoras e cheias de sonhos. Salve as pequenas empresas! Salve o empreendedor! E viva o povo brasileiro! Esse nunca desiste!

* José Vanderlei - Graduado em Comunicação, pós-graduado em Gestão de Empresas (FGV), executivo em Marketing (Ufal)
Fonte: incorporativa

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Você sabe tudo sobre boca-a-boca?

Foi um trabalho de Hércules. 664 pesquisas, a maioria realizada nos EUA, passaram pela escrivaninha de Celso Augusto de Matos durante 1 ano e meio. O pesquisador, que atualmente é professor de marketing na UNISINOS, em São Leopoldo, e no Unilasalle, em Canoas, encarou esse minucioso trabalho para entender o que está por trás do marketing boca-a-boca, a mais antiga e poderosa forma de propaganda.

“Há inúmeros trabalhos sobre esse tema, alguns divergentes, outros não. O que fiz foi uma meta-análise de dezenas deles, a fim de produzir uma síntese dos estudos anteriores e identificar quais aspectos podem desencadear esse tipo de marketing”, conta o pesquisador.

O resultado saiu em forma de tese, intitulada Comunicações boca-a-boca em marketing: uma meta-análise dos antecedentes e dos moderadores e defendida na Universidade Federal do Rio Grande do Sul em março deste ano. Esses resultados foram também publicados em uma importante revista acadêmica dos EUA, o Journal of the Academy of Marketing Science. Na entrevista a seguir, Celso explica o que ele descobriu sobre os tipos e causas da propaganda boca-a-boca.

O que você descobriu de novidade nos estudos sobre o marketing boca-a-boca?
Celso Augusto - De 2008 para cá, os pesquisadores estão procurando, cada vez mais, avaliar o que ocorre antes do boca-a-boca, ou seja, o que leva um consumidor a fazer esse tipo de marketing. Antes, sabia-se o óbvio: um cliente satisfeito tende a falar bem de um produto ou serviço e os insatisfeitos fazem o contrário. Agora, porém, os estudos tentam descobrir mais sobre esse comportamento de recomendação do consumidor.

E o que leva as pessoas a fazerem esse tipo de propaganda?
Celso Augusto - Eu estudei 6 fatores principais, que chamamos de antecedentes: satisfação, lealdade, qualidade de serviços, comprometimento, confiança e valor percebido.

Na sua pesquisa, você constatou qual fator tem maior peso que os demais, não é?
Celso Augusto - Sim e essa foi uma das principais contribuições da tese. Até então, não se sabia qual dos 6 antecedentes tinha maior influência no boca-a-boca. Descobri que o comprometimento tem um peso maior, sendo inclusive mais forte que a própria satisfação. O consumidor que faz boca-a-boca positivo é alguém que está comprometido com o produto ou serviço.

E o que significa estar comprometimento com um produto ou serviço?
Celso Augusto - O consumidor, quando se identifica com um produto/serviço, cria uma ligação afetiva com ele e sente que partilha dos mesmos valores que a empresa. Podem ser valores como transparência, solidez ou eficiência. Desde que exista uma sintonia entre aquilo que o consumidor busca e o que a empresa oferece, o comprometimento poderá ocorrer.....

… e, consequentemente, surge o boca-a-boca?
Celso Augusto - Exato. Em consequência dessa sintonia de valores, desse comprometimento, o consumidor tende a fazer um boca-a-boca favorável, querendo que outras pessoas tenham a mesma experiência positiva que ele. É claro que tudo isso ocorre de modo natural e espontâneo, por isso, chamamos esse processo de bom comprometimento, pois é um comprometimento afetivo.

Quer dizer que existe o mau comprometimento?
Celso Augusto - Sim. Algumas empresas tentam forçar esse tipo de relação, obrigando, por exemplo, o consumidor a se manter comprometido com elas por determinado período de tempo. Esse seria o mau comprometimento, chamado de comprometimento calculativo. Um exemplo clássico é o dos planos para telefones celulares, com um ano de fidelidade forçada.

É um risco grande, não é mesmo?
Celso Augusto - Claro. Forçar um comprometimento pode até causar o efeito inverso se a relação com o produto ou serviço for negativa. Aí, ocorre o boca-a-boca negativo, que é um problemão para as empresas e que também foi analisado durante a pesquisa.

O que você descobriu sobre o boca-a-boca negativo?
Celso Augusto - A pesquisa mostrou que seu principal antecedente é a lealdade – ou melhor, a quebra da lealdade. Isso ocorre quando o consumidor, que até então se mantinha comprometido com um produto ou serviço, percebe que não foi respeitado pela empresa, seja porque essa não atendeu às suas expectativas ou por outro motivo. A partir daí, ele tem uma reação passional, fica revoltado, com raiva... E imediatamente passa a compartilhar sua insatisfação com outras pessoas, para que elas não passem pela mesma experiência negativa que ele.

E o efeito é danoso?
Celso Augusto - Sim. O poder do boca-a-boca, tanto positivo quanto negativo, é impressionante. Isso ocorre porque o boca-a-boca é uma propaganda de alta credibilidade, já que é feita por alguém próximo, como um amigo ou parente. Normalmente, quem o faz não tem interesse algum, exceto o de compartilhar a sua opinião.

Que conselho você dá aos profissionais de marketing que querem aprender a lidar com o boca-a-boca?
Celso Augusto - Primeiro, não adianta forçar esse tipo de propaganda. Ela simplesmente acontece, de modo espontâneo e natural. E as empresas também não têm como controlar esse processo. Mas há uma saída: basta as empresas se esforçarem para terem consumidores satisfeitos e comprometidos. Isso, sim, pode disparar um boca-a-boca positivo.

Para saber mais:
Currículo do autor na Internet: http://lattes.cnpq.br/0706941781603769
Contato: celsomatos@yahoo.com.br / www.nutiep.com.br – núcleo de ensino e pesquisa que desenvolve trabalhos na área de comportamento do consumidor, dentre outras atividades.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Internet Marketing Road Show

Apesar de estudos que provam a sua eficácia, e de ser usada, sobretudo pelas maiores empresas do mundo, o Internet Marketing ainda não é visto de forma clara. Pesquisas apontam alguns mitos sobre essa nova ferramenta como, por exemplo, achar que sua empresa não precisa de Internet Marketing, ou que é muito caro.Na verdade, uma vez que se esclareça o assunto, as empresas irão se surpreender quando virem o que o Internet Marketing pode fazer por elas. Além de ser uma grande oportunidade de mercado para os profissionais da área.Por isso, a importância de uma conferencia e fórum sobre o assunto.O Internet Marketing Road Show será a primeira conferência e fórum sobre Internet Marketing aqui em Salvador, partindo depois para Recife, Natal, Manaus, Caracas, Bueno Aires e outras cidades da América do Sul.Com palestrantes, nacionais e internacionais (especialistas e experientes no ramo), serão abordados todos os temas de Internet Marketing, SEO, SEM, SEM, MMM, MOB, além de apresentação de técnicas, teorias, práticas e estudos de caso.Tire suas dúvidas e mantenha-se atualizado. O mundo já mudou!


O que é Internet Marketing Road Show?
Primeiro Evento em Salvador sobre Internet Marketing;
Onde Serão Apresentados Técnicas, Teorias, Práticas e Estudos de Caso envolvendo temas de Internet Marketing como: SEO (Search Engine Optimization), SEM (Search Engine Marketing), SMM (Social Media Marketing), MMM (Mobile Media Marketing), Email Marketing, Mídias Sociais, entre outros;
Com Participação de Palestrantes Nacionais e Internacionais Especialistas no Assunto;
Road Show porque Visitará as Principais Capitais da América do Sul


Programa ou Agenda do Evento.
O primeiro evento de Internet Marketing Road Show será realizado em Salvador nos dias 05 e 06 de junho de 2009. Dois dias de Palestras, Estudos de Casos feitos por palestrantes internacionais e nacionais, experts em Web Marketing, SEO (Search Engine Optimization), SEM (Search Engine Marketing), SMM (Social Media Marketing), MMM (Mobile Media Marketing) e muito mais.


Valores e períodos de inscrição:

Até o dia 25 de Maio:
2 dias: - R$ 680,00 / 1 dia: R$ 480,00
A partir de 26 de Maio:
2 dias - R$ 920,00 / 1 dia: R$ 650,00


Link do site:
http://www.internetmarketingroadshow.com/index.php

"Blended marketing"

Em tempos de retracção de mercados, as empresas precisam de encontrar novas formas para desenvolver os seus negócios...

Em tempos de retracção de mercados, as empresas precisam de encontrar novas formas para desenvolver os seus negócios, idealmente com a captação simultânea de maiores volumes de negócio acrescidos de redução de custos. Como é natural, esta combinação é duplamente interessante e difícil de atingir.

O "blended marketing" surge, neste contexto, como um valioso contributo para prossecução de tal desiderato organizacional.

O termo "blended marketing" não faz (ainda!) parte do jargão dos gestores, embora seja expectável que dentro de algumas semanas os benefícios desta abordagem possam tornar-se mais conhecidos dos gestores portugueses.

Uma abordagem de "marketing blended" corresponde à integração e à fusão - tanto quanto possível, harmoniosa - entre o marketing "tradicional" e o digital, com o objectivo de uma mais eficaz fidelização dos actuais públicos e uma melhor captação de novos "targets".

Actualmente é já incontornável uma clara tendência para os utilizadores do ciberespaço criarem e disseminarem na rede conteúdos diversos, em plataformas digitais de que são notórios exemplos as redes sociais ou sites como o YouTube, corporizando, de resto, as profecias de há uma década, em que já se falava do potencial poder de comunicação dos consumidores, sem que, contudo, se dispusesse de novas ferramentas tecnológicas para além do correio electrónico.

É, pois, num contexto de inegável evolução tecnológica que as empresas precisam de aproveitar o enorme potencial de ubiquidade e de mobilidade da comunicação, por forma a poderem marcar presença onde efectivamente estão os seus públicos-alvo. Este caminho é, no entanto, completamente novo para a esmagadora maioria das organizações, inclusivamente para a maioria das empresas multinacionais.

Quando bem concebido e implementado de forma integrada, o "blended marketing" permitirá atingir novos clientes e fidelizar mais eficazmente os actuais, tanto numa óptica B2C como B2B, com retornos mais interessantes e investimentos mais reduzidos.

Para as empresas portuguesas que procuram novos mercados internacionais, esta abordagem apresenta um interesse acrescido, já que facilita o desenvolvimento da internacionalização nesses mercados.

Contribuindo para o delinear destes novos rumos da gestão, e a propósito do lançamento do novo livro "b-Mercator - Blended Marketing", terão lugar duas grandes conferências sobre os benefícios deste tema, respectivamente no dia 2 de Junho, em Lisboa, e no dia 16, no Porto.

Novos e desafiantes caminhos se revelam para as organizações que não querem perder a oportunidade de acompanhar a evolução no comportamento dos seus públicos. Podemos tentar fingir que eles não existem, "mas que os há, há…".

Pedro Dionísio é professor de Marketing da ISCTE Business School